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sexta-feira, 24 de junho de 2011

PASSOS IMPORTANTES PARA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

1. Faça pelo menos três refeições (café da manhã, almoço e janta) e dois lanches saudáveis por dia. Não pule as refeições e não exagere na quantidade.
Fazendo todas as refeições você evita que o estômago fique vazio por muito tempo, diminuindo o risco de gastrite, de ficar com muita fome ou exagerar na quantidade quando for comer. Evite “beliscar” entre as refeições, isso vai ajudar você a controlar o peso. O consumo freqüente de sal, gorduras, açúcar, doces, refrigerantes, salgadinhos e outros alimentos industrializados aumentam o risco de doenças como câncer, obesidade, hipertensão arterial, diabetes e doenças do coração. Escolha os alimentos mais saudáveis lendo as informações e a composição nutricional nos rótulos dos alimentos


2. Inclua diariamente seis porções do grupo dos cereais, como arroz, milho e trigo; tubérculos como a batata; raízes como mandioca/macaxeira/aipim; pães e massas nas refeições. Dê preferência aos grãos integrais e aos alimentos na sua forma mais natural.
Estes alimentos são a mais importante fonte de energia, e devem estar entre os principais componentes da maioria das refeições, pois são ricos em carboidratos. Distribua seis porções desses alimentos nas principais refeições diárias (café, almoço e jantar) e nos lanches.


3. Coma diariamente pelo menos três porções de legumes e verduras como parte das refeições e três porções ou mais de frutas nas sobremesas e lanches.
Estes alimentos são ricos em vitaminas, minerais e fibras. Devem estar presentes nas refeições, pois contribuem para a proteção à saúde e diminui o risco de ocorrência de várias doenças. Dê preferência aos alimentos crus e procure combinar verduras e legumes de maneira que o prato fique colorido, garantindo assim diferentes nutrientes.


4. Coma feijão com arroz todos os dias, ou pelo menos cinco vezes por semana. Esse prato brasileiro é uma combinação completa de proteínas e bom para a saúde.
Misture uma parte de feijão para duas de arroz, cozidos. Use também outros tipos de leguminosas (soja, grão de bico, ervilha seca, fava, lentilha). As sementes (de girassol, gergelim, abóbora e outras) e as castanhas (do Brasil, de caju, nozes, amendoim, amêndoas e outras) são fontes de proteínas e de gorduras de boa qualidade.


5. Consuma diariamente três porções de leite e derivados e uma porção de carnes, aves, peixes ou ovos. Retirar a gordura aparente das carnes e a pele das aves antes do preparo torna estes alimentos mais saudáveis.
Leite e derivados são as principais fontes de cálcio na alimentação. Carnes, aves, peixes e ovos fazem parte de uma alimentação nutritiva e contribuem para a saúde e para o crescimento saudável. Todos são fontes de proteínas, vitaminas e minerais. Prefira peixe e frango à carne vermelha. Dê preferência também às carnes magras. Consuma lacticínios com menores quantidades de gorduras (desnatados). As gestantes, contudo, devem dar preferência a esses alimentos na forma integral, exceto quando houver orientação de médico ou nutricionista.


6. Consuma no máximo uma porção de óleos vegetais, azeite, manteiga ou margarina.
Reduza o consumo de alimentos gordurosos, como carnes com gordura aparente, embutidos (salsicha, lingüiça, salame, presunto, mortadela), queijos amarelos, frituras e salgadinhos.
Use pequenas quantidades de óleo vegetal para cozinhar (canola, girassol, milho, algodão e soja). Prepare os alimentos com pouco óleo: assados, cozidos, ensopados e grelhados.
Use azeite de oliva para temperar saladas, sem exagero. Evite usá-lo para cozinhar, pois perde sua qualidade nutricional quando aquecido. Prefira margarinas sem sal e com baixos níveis de gorduras trans. Procure essa informação no rótulo do produto.


7. Evite refrigerantes e sucos industrializados, bolos, biscoitos doces e recheados, sobremesas doces e outras guloseimas como regra da alimentação. Coma-os no máximo duas vezes por semana.
Consuma no máximo uma porção do grupo dos açúcares e doces por dia. Valorize o sabor natural dos alimentos e das bebidas evitando ou reduzindo o açúcar a eles adicionado. Diminua o consumo de refrigerantes e de sucos industrializados; a maioria dessas bebidas contém corantes, aromatizantes, açúcar ou edulcorantes (adoçantes artificiais) que não são saudáveis.


8. Diminua a quantidade de sal na comida e retire o saleiro da mesa.
A quantidade de sal diária deve ser, no máximo, de uma colher de chá rasa por pessoa, distribuída em todas as refeições do dia. Evite consumir alimentos industrializados com muito sal (sódio) como hambúrguer, charque, embutidos (salsicha, lingüiça, salame, presunto, mortadela), salgadinhos e outros produtos industrializados, como conservas de vegetais, sopas, molhos e temperos prontos. Leia o rótulo dos alimentos e prefira aqueles com menor quantidade de sódio. O consumo excessivo desta substância aumenta o risco de hipertensão arterial e doenças no coração e nos rins.


9. Beba pelo menos dois litros (de seis a oito copos) de água por dia. Dê preferência ao consumo de água nos intervalos das refeições.
A água é muito importante para o bom funcionamento do organismo das pessoas em todas as idades. O intestino funciona melhor e o corpo se mantém hidratado.


10. Torne sua vida mais saudável. Pratique pelo menos 30 minutos de atividade física todos os dias e evite as bebidas alcoólicas e o fumo.
Além da alimentação saudável, a atividade física regular é importante para manter um peso saudável.
Movimente-se! Descubra um tipo de exercício agradável, pois o prazer também é fundamental para a saúde. Caminhe, dance, ande de bicicleta, jogue bola, brinque com as crianças. Aproveite o espaço doméstico e público para movimentar-se. Convide os vizinhos, amigos e familiares para acompanhá-lo. Evitar o fumo e o consumo freqüente de bebida alcoólica também ajuda a diminuir o risco de doenças graves como câncer e cirrose, e pode contribuir para melhorar a qualidade de vida.

terça-feira, 21 de junho de 2011

10 MOTIVOS PARA VOCÊ ADOTAR HÁBITOS SAUDÁVEIS

1. Pão francês por integral - Eis uma forma de começar o dia protegendo as artérias. A massa integral presenteia o organismo com boas doses de fibras. Esse ingrediente serve de alimento a bactérias aliadas que moram no intestino. Bem nutridas, algumas delas fabricam mais propionato, uma substância que tem tudo a ver com os níveis de gordura na circulação. “Ao chegar ao fígado, ela diminui a produção de colesterol”, explica a gastroenterologista Jacqueline Alvarez-Leite, da Universidade Federal de Minas Gerais. Com isso, cai também a quantidade dessa partícula no sangue.
2. Leite integral por desnatado - Esse esquema garante a entrada do cálcio, tão caro aos ossos, sem um bando de penetras gordurosos. A bebida desnatada tem o mesmo teor do mineral, com a vantagem de ostentar menos ácidos graxos saturados. O excesso desse tipo de gordura eleva os níveis de LDL, a fração ruim do colesterol. “Isso porque reduz o número de receptores que captam LDL nas células”, ensina a nutricionista Ana Maria Pita Lottenberg, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Se esse mecanismo não funciona direito, o colesterol vaga no sangue, pronto para se depositar na parede das artérias.
3. Óleo de soja e outros por azeite - O ganho dessa troca vem da combinação entre gorduras benéficas e antioxidantes que povoam o óleo de oliva. Uma de suas vantagens é fornecer doses generosas de ácidos graxos monoinsaturados. “Eles não aumentam os níveis de LDL e ainda ajudam a erguer um pouco as taxas de HDL, o colesterol bom”, afirma o cardiologista Raul Dias dos Santos, do Instituto do Coração de São Paulo. “Além disso, os compostos fenólicos do azeite evitam a oxidação do colesterol, fenômeno que propicia a formação das placas”, completa Jorge Mancini, diretor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo.
4. Pizza de mussarela pelas de vegetais - A ideia pode não agradar aos fãs mais puristas das pizzarias, mas presta um enorme serviço aos vasos sanguíneos. Deixar camadas e mais camadas de queijo de lado de vez em quando significa podar gordura saturada do cardápio. Como você viu, ela protagoniza o disparo do LDL, o tipo perigoso do colesterol. Substituir a mussarela ou a quatro queijos pelas redondas cobertas de vegetais é uma saída para degustar pizzas sem receio. Opções não faltam — vale pizza de escarola, de rúcula, de brócolis e até de abobrinha. E elas oferecem um bônus: pitadas de fibras e antioxidantes.

5. Salgadinhos por castanhas - Essa troca é destinada àquele momento em que pinta a fome no meio do dia. Solução fácil, mas nada saudável, seria recorrer aos salgadinhos ou biscoitos recheados, petiscos que costumam contar com gordura trans em sua receita. “Ela não só faz aumentar o LDL como ainda contribui para derrubar o HDL”, alerta Ana Maria Lottenberg. Para escapar da malfeitora, aposte nas castanhas e nas nozes — legítimos depósitos da gordura monoinsaturada, que faz exatamente o trabalho oposto. “As oleaginosas ainda são fontes de antioxidantes”, lembra Jorge Mancini.
6. Cereais açucarados por aveia - A aveia tem fama de ser um dos cereais mais nutritivos do planeta. Por isso merece um espaço logo no café da manhã — seja na forma de flocos, seja no mingau. Um estudo da Universidade Federal de Santa Catarina comprova, mais uma vez, sua capacidade de cortar a gordura que sobra no sangue. “A aveia é rica em betaglucanas, fibras fermentadas no intestino e capazes de regular a síntese de colesterol”, explica a autora, Alicia de Francisco, que também é coordenadora para a América Latina da Associação Americana de Químicos de Cereais. “Observamos que elas ainda aumentam o HDL.”

7. Bauru por peito de peru e queijo branco - Calma, não pretendemos condenar ao ostracismo um lanche tão tradicional como o bauru. O problema é que ele deixa a desejar se as taxas de colesterol já rumam aos céus. Basta averiguar seus ingredientes: queijo prato e presunto, redutos de gordura saturada e colesterol. Que tal substituí-lo por um sanduba de peito de peru e queijo branco, que é mais esbelto do que seu congênere? Experimente. Só é preciso ficar atento ao tamanho do lanche. Ora, uma gigantesca baguete recheada pode fornecer mais calorias e gorduras do que um bauru de porte modesto.

8. Camarão por peixe - Convenhamos: frutos do mar não são tão frequentes no prato do brasileiro. Mas vale ficar atento durante aquela viagem à praia para não se abarrotar de camarões. Eles encabeçam o ranking marinho de colesterol — são 152 miligramas da gordura em uma porção de 100 gramas. Ou seja, quase o triplo do que é oferecido pela mesma quantidade de um peixe gordo como o salmão. Esse pescado se sai melhor também por outro motivo: ele é carregado de ômega-3. E uma nova pesquisa da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, revela: o ômega diminui a captação de LDL pela parede das artérias, prevenindo as placas.

9. Picanha por lombo - O porco não é mais gordo que o boi nem o boi é mais gordo que o porco. Tudo é uma questão de corte. Há peças bovinas com menos gordura saturada, caso da alcatra e do filé mignon, e há aquelas parrudas, como a picanha e o cupim. O mesmo raciocínio se aplica à carne suína: o lombo é mais magro que o pernil. Mas saiba que há medidas para retalhar o possível malefício de qualquer corte rechonchudo. “Limpe a peça antes de cozinhá-la, retirando toda gordura aparente”, ensina Ana Maria. Até porque, apesar de a gente não ver, altas doses do nutriente já estão emaranhadas na carne.

COMO MUDAR OS MAUS HÁBITOS ALIMENTARES

O primeiro passo é livrar-se das tentações: limpe a geladeira e a despensa de todas as besteiras. A idéia é tirar as coisas de seu alcance e dificultar o acesso a elas.


Uma dieta saudável começa por consumir pelo menos três frutas diariamente, pois além de hidratar o corpo, a fruta contém fibras e vitaminas, que melhoram o funcionamento do intestino, regula a síntese dos hormônios deixando a pele e os cabelos mais bonitos.


Pela manha o corpo precisa de todos os nutrientes para funcionar melhor e é a melhor hora em que nosso organismo mais absorve o cálcio. Por isso introduza alimentos como iogurte, leite desnatado e queijo.









Outra dica é comer frutas, pois é quando o intestino funciona melhor. Vale lembrar que, o que ingerimos pela manha será queimado ao logo do dia e convertido em energia, portanto, não engorda.


A alimentação influencia na saúde da pele, dos cabelos e na (intensidade da) celulite. A abundancia de legumes, verduras e frutas na dieta aumentam o vigor da pele e dos cabelos. Em relação à celulite, a única forma de preveni-las é manter a rede linfática funcionando bem, e para isso é preciso diminuir o consumo de açúcar, farinha de trigo, queijos e frituras.


Para começar a introduzir novos alimentos na dieta, vá com calma. A cada semana acrescente um item que não tem o hábito de comer. Quem não simpatiza com legumes e verduras, deve optar por combinações como: brócolis com arroz, chuchu com carne moída… é uma forma de se familiarizar com esses alimentos.


Vontade de mudar todos tem, mas a determinação necessária vem em momentos estratégicos – como os meses antes do verão ou os anos antes de um aniversário redondo. Mas, se quer mudanças, não espere a próxima segunda, comece agora, porque não? Você vai ver como as coisas ao redor também irão mudar.

DICAS DE COMO PERDER PESO RAPIDAMENTE APROVADO PELOS MÉDICOS


Pesquisas realizadas recentemente na Europa mostram que algumas atitudes simples no dia a dia podem ajudar a perde de forma saudável e sem passar fome.
Especialista afirma que superdietas, remédios milagrosos e alimentos que ajudam a perder peso em um curto espaço de tempo sem nenhum esforço não passam de mitos e podem causar diversos problemas de saúde.
“Alguns casos da obesidade precisam da orientação de um especialista sobre o uso de remédios” ressalva o endocrinologista Laerte Damasceno.


Confira dicas do médico
Não elimine refeições – Quando se elimina uma das refeições, o cérebro tenta compensar essa falta e “implora” por alimentos calóricos. É a reação da grelina, hormônio responsável pela sensação de fome. Essa reação leva ao desejo inconsciente de preferir alimentos mais calóricos.
Mude o tamanho do prato – Trocar o prato de 30 cm de diâmetro por um de 25 cm equivale a comer cerca de 22% a menos. Quanto mais a oferta dos alimentos, instintivamente come-se mais.
Proteína sacia por mais tempo – Com 10% a mais de proteína nas refeições, come-se menos. Isso porque quando um alimento trafega pelo sistema digestivo, o hormônio PYY, responsável pela saciedade, é ativado. Ao atingir o cérebro, ele suprime os sinais da fome. A proteína circula por um tempo maior e por isso sacia mais.
Sopa fica mais tempo no estômago – A sopa possui mais volume que a comida sólida e fica um tempo maior no estômago. Já o alimento sólido expande ligeiramente o estômago e passa direto para o intestino, ficando apenas restos para a digestão.
Mas é importante intercalar as refeições. A mastigação ativa o hipotálamo e informa ao cérebro que o organismo esta sendo alimentado.
Variedade faz comer mais – Nosso organismo procura variedade na comida instintivamente. Em um self-service, o cérebro assume o controle e nos faz comer até 30% a mais do que quando se tem uma escolha limitada. Comer assistindo televisão ou rápido demais também ajuda a engordar. O ideal é que a refeição dure em média 20 minutos.