domingo, 12 de agosto de 2012

Dia de São Joaquim - Pai de Maria Avô do Menino Jesus


São Joaquim, pai de Maria e avô de Jesus

Imagem de São Joaquim, que está no altar-mor da Matriz de Sant'Ana, ao lado da imagem de Sant'Ana em Currais Novos.

De acordo com os Evangelhos, Jesus foi neto de Heli ou de Jacó. São Joaquim é identificado com Heli, através da variação do nome: Joaquim - Eliaquim - Eli - Heli.
Pelo texto Caverna dos Tesouros, atribuído a Efrém da Síria, Maria era filha de Ana (Hannâ ou Dînâ) e Yônâkhîr. Maria nasceu sessenta anos depois que seu pai, São Joaquim, tomou Santa Ana por esposa. Jacó e Joaquim eram irmãos gêmeos, filhos de Matã e Sebhrath, filha de Finéias; e Matã era filho de Eleazar e Dîbath, filha de Tôlâh.
Os dados biográficos que sabemos sobre os pais da Bem Aventurada Virgem Maria foram legados pelo Proto-Evangelho de Tiago, obra citada em diversos estudos dos padres da Igreja Oriental, como Epifânio e Gregório de Nissa.
São Joaquim pertencia à família real de Davi, e era parente próximo de São José, sendo que os padres bolandistas, que dirigiram a publicação da Acta Sanctorum de 1643 a 1794, afirmam em seus estudos que São Joaquim era irmão de São José.
Os estudiosos e historiadores afirmam com base em documentos antigos que Joaquim, cujo nome vem do hebraico e significa "preparação de Javé", era um homem de posses, descendente direto do rei Davi e parente próximo de São José, que veio a ser esposo de Maria e pai terreno de Jesus.
Diz-se que São Joaquim fora censurado pelo sacerdote Rúben por não ter filhos. Mas, Sant’Ana, sua mulher já era idosa e estéril. Confiando no poder divino, São Joaquim retirou-se ao deserto para orar e meditar. Tiago diz um anjo do Senhor lhe apareceu, dizendo que Deus havia ouvido suas preces. Tendo voltado ao lar, algum tempo depois Sant’Ana ficou grávida de Maria.
O casal teria sido residente em Jerusalém, ao lado da piscina de Betesda, onde hoje se ergue a Basílica de Santana; e aí, num sábado, 8 de setembro do ano 20 a.C., segundo a tradição cristã teria lhes nascido uma filha que recebeu o nome de Miriam, que em hebraico significa Senhora, Soberana, traduzido para o latim como Maria.
Diz a tradição cristã que São Joaquim morreu com a idade de oitenta anos, quando Maria Santíssima era ainda menina de doze anos. Até então, ela era aluna da escola do Templo de Jerusalém, onde fora oferecida aos três anos de idade.
Além da paternidade de Maria, supõe-se que Joaquim possa ter tido uma outra filha cujo nome teria sido Salomé. Pois no verso 25 do capítulo 19 do Evangelho segundo João diz que aos pés da cruz estava a irmã de Maria. No catolicismo

A devoção aos pais de Nossa Senhora é muito antiga no oriente, onde foram cultuados desde os primeiros séculos da era cristã, atingindo sua plenitude no século VI. São João Damasceno, ao comentar o Natal, fala dos pais de Maria como sendo o casal São Joaquim e Santa Ana. Já no ocidente, o culto de São Joaquim tornou-se muito difundido no século XV.
Sua festa era celebrada originalmente no dia 20 de março, associada à de São José, tendo sido depois transferida para o dia 16 de agosto, para associar-lhe ao triunfo da filha na celebração da Assunção, no dia precedente.
Em 1879, o papa Leão XIII, cujo nome de batismo era Gioacchino (versão italiana de Joaquim), estendeu sua festa a toda Igreja. Finalmente, o Papa Paulo VI associou num único dia, 26 de julho, a celebração dos pais de Maria Santíssima.

Dia dos Pais - Segundo Domingo de Agosto (BR)

DIA DOS PAIS



O Dia dos Pais é uma data para comemorar e agradecer aos pais e é celebrada todos os anos no segundo domingo de agosto. A data da comemoração do Dia dos Pais varia de acordo com os países, como por exemplo, nos Estados Unidos é no terceiro domingo de junho, e em Portugal no dia 19 de março.

O Dia dos Pais é considerado por muitos apenas uma data comercial, mas é marcado sempre por presentes, frases, poesias, que são dadas aos pais. Especialmente as crianças fazem homenagens a seus pais, geralmente com pequenos presentes preparados na escola.

Origem do Dia dos Pais

Há relatos de que o Dia dos Pais surgiu na Babilônia, há mais de 4 mil anos atrás, quando um jovem chamado Elmesu fez um cartão de argila para seu pai, desejando-o sorte, saúde e longa vida. Em registros mais novos, no ano de 1909, nos Estados Unidos, Sonora Luise resolveu criar o Dia dos Pais por causa da admiração que sentia pelo seu pai, William Jackson Smart.

Os americanos se interessaram muito pela data e não demorou muito para a celebração se difundir por todo o estado de Washington e logos se espalhando pelos país inteiro. Em 1972, o Presidente Richard Nixon, oficializou então o Dia dos Pais.

Origem do Dia dos Pais no Brasil

Existem relatos que contam a possível história da origem do Dia dos Pais no Brasil. Parece que foi o publicitário Sylvio Bhering que em 1953 propôs que fosse celebrado o primeiro Dia dos Pais no Brasil.

Sylvio Bhering escolheu o dia 14 de agosto para comemorar o Dia dos Pais por ser dia de São Joaquim, que era patriarca da família Bhering.

Mensagens para o Dia dos Pais
(Veja mais - Cartões e Mensagens para o Dia dos Pais)

Todos os pais gostam de receber uma mensagem carinhosa no Dia dos Pais. E aí? Quer aproveitar para dar show no Dia dos Pais com uma homenagem legal?

"Parabéns, papai, nesse dia tão especial! Obrigado por ser meu exemplo, meu protetor e meu ídolo. Mas acima de tudo, obrigado por ser meu melhor amigo! Te amo, papai"

"Oi velho! Parece que hoje é dia dos pais! E parece que hoje é dia de te dar os parabéns! Claro que um filho/a que é o máximo tinha que ter um paizão como você, né? Deve ser genético! Beijão, pai!"

"Existe algo ilimitado no amor de um pai, algo que não pode falhar, algo no qual acreditar mesmo que seja contra o mundo inteiro. Nos dias da nossa infância, gostamos de pensar que nosso pai tudo pode; mais tarde, acreditaremos que seu amor pode compreender tudo." - Frederick Faber

"Os nossos pais amam-nos porque somos seus filhos, é um fato inalterável. Nos momentos de sucesso, isso pode parecer irrelevante, mas nas ocasiões de fracasso, oferecem um consolo e uma segurança que não se encontram em qualquer outro lugar." - Bertrand Russel

Dicas de Presentes para o Dia dos Pais
(Veja mais - Dicas de Presentes para o Dia dos Pais)

Camisa
Gravata
Cinto
Relógio
Camiseta "Autografada" por você
CD
Filme
Perfume
Bilhete para ver um jogo do time dele
Camiseta do time dele
Marca-livros
Peso de Papel
Um desenho
Uma pintura
Uma caixa com a cerveja preferida dele
Um bom vinho
Um jantar numa churrascaria


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Cartões e Mensagens para o Dia dos Pais

Mensagens de Feliz Dia dos Pais

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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

E o Vento Levou...

E o Vento Levou... (1939)


Em uma pomposa reunião íntima na propriedade sulista e  abastada dos O'Hara, conhecida como Tara, somos aprentados à  figura impetuosa de Scarlett O'Hara (Vivien Leigh). Bonita e ousada, a jovem tem praticamente todos os rapazes da redondeza afeiçoados por sua pessoa. Mas, em meio a tantos pretendentes, somente um desperta inteiramente seu interesse. E esse alguém é Ashley Wilkes (Leslie Howard).
Quando descobre que sua paixão de juventude está de casamento marcado com Melanie Hamilton (Olivia de Havilland), - uma mulher que odeia - ela planeja evitar esse casamento confessando seu amor e esperando obter, em troca, uma confissão de Ashley.
Percebendo as intenções impulsivas de sua filha, Gerald O'Hara a adverte, enfatizando que Scarlett poderia ter o homem que quisesse e que a terra era o único bem que realmente importava.
"(...) A terra é a única coisa no mundo, pela qual vale a pena trabalhar, lutar, morrer, pois é a única coisa que dura. (...)"
Só que Scarlett  é uma mulher arrogante, que não se intimida em ser persistente, em causar burburinhos, e, sobretudo, em evidenciar que age apenas por interesse próprio. Quando Ashley lhe joga na cara que não se casaria com ela, apesar de toda a admiração que lhe desperta, ela toma a atitude mais precipitada que poderia existir no momento: aceitar o pedido de casamento de um garoto (Rand Brooks), apenas para causar ciúmes em Ashley.
Porém, em tão pouco tempo de casamento,  seu marido Charles Hamilton é morto no confronto militar contra os nortistas (yankees),  durante a temida e sangrenta Guerra Civil Americana (1861-1865).
Sem sentir pelo ocorrido, Scarlett tenta retomar a vida como uma moça solteira e descompromissada, ponderando a possibilidade de não usar o habitual luto da época; mas acaba sendo repreendida por tal atitude. Assim, ela cede a sugestão de sua mãe de passar uma temporada na casa de sua cunhada, em Atlanta, objetivando apenas se aproximar de Ashley.


O que ela não imaginava era que toda sua vida passaria por uma reviravolta depois desse dia. Em uma festa beneficente na casa da cunhada, ela é surpreendida, mais uma vez,  pela presença de Rhett Buttler (Clark Gable), um homem astuto, que insinua conhecer seu segredo comprometor de amor, apenas para ganhar sua atenção. A partir desse momento, surge uma amizade peculiar entre ambos, ainda que firmada na extorsão.
Quando a guerra ainda é uma ameaça e Ashley se prepara para voltar a lutar contra os yankees, ele faz Scarlett prometer que cuidará de sua esposa até sua volta. Sem ter como recusar esse pedido formal, ela se submete a tal "sacrifício" afirmando que o fará por amor; mas tudo começa a fugir de controle, quando os invasores estão prestes a ocupar a cidade em estão. Desesperada, ela tenta fugir para Tara e rever a mãe, pensando mais na própria segurança que na gravidade da situação. Afinal, Melanie está prestes a ter um bebê e sem a menor condição de enfrentar uma viagem exaustiva. Mas será que ela é capaz de quebrar a promessa que fez a sua grande paixão?


Scarlett é uma personagem complexa e cheia de facetas. Ela age dissimuladamente para com todos e nem ao menos se envergonha dos erros que comete, exceto quando chega ao extremo. Ela tem a habilidade de provocar um turbilhão de emoções contraditórias: um misto de raiva, aflição e fascínio. 
É de irritar seu temperamento teimoso, egoísta e sem limites, pois Scarlett O'Hara passa por cima de qualquer valor moral e ético para conseguir o que quer. 
Mas, ao mesmo tempo, é de admirar seu empenho nos negócios da família,  sua coragem e determinação na disputa por suas terras. Sua luta,  com unhas e dentes, pela posse de sua propriedade, fazendo o que está ao seu alcance para não perder Tara para os yankees, ainda que sua própria vida esteja em risco.

Isso comprova, no decorrer do filme, a previsão de seu pai:
"(...) Virá até você esse amor pela terra. Não há como ficar longe, se você tem sangue irlandês. (...)"
E a pressuposição de Ashley:
"(...) Existe algo que você ama mais que tudo na vida, Scarlett: Tara. Você nunca a deixaria para trás. (...)"

Citação famosa:

"As God is my witness, I'll never be hungry again!"
"Com Deus por testemunha, eu nunca mais passarei fome!"

Melanie é a personagem mais sensata e complacente diante de todas as atribulações. Percebemos que ela sempre teve consciência que sua cunhada  era obcecada por seu marido, mas demonstrava maturidade suficiente para não dar ouvidos a boatos. Até porque, no fundo, ela também sabia que Scarlett - que sempre teve tudo o que quis - apenas desejava seu marido, pelo simples fato de ele não a ter querido. E o mais impressionante em seu caráter: Melanie nutria por Scarlett uma afeição verdadeira e leal, apesar de tudo.
Dentre todos os personagens, temos um que se destaca tanto quanto a protagonista:  Rhett Buttler.
Rhett é incrivelmente sedutor, dono de um humor sarcástico e uma má reputação. Ele entra na vida de Sacarlett, fazendo uso do seu charme e malícia, tratando-a tal de igual para igual, sem hipocrisia e cerimônias.



Embora seja apaixonado por ela, ele não faz disso um romantismo exarcebado. Pelo contrário, ele até debocha da situação e provoca dúvidas quanto a veracidade desse sentimento até mesmo na própria Escarlett.
Vivien Leigh atuou de maneira espetacular. Ela soube interpretar, nas devidas proporções, todas mudanças de estado de espírito de sua personagem. Se antes Scarlett já era atrevida e à frente de seu tempo; após a devastação causada pela guerra, seu temperamento ficoumais firme e frio. Sua atuação foi admirável.


E o que dizer de Clark Gable? Ele esbanjou charme desde o início e soube perfeitamente dar ao seu personagem aquele ar de cinismo e presunção, que em muitos momentos rendeu frases marcantes e gerou confrontos com O'Hara.
Os personagens secundários também fizeram uma excelante atuação, em especial Hattie McDowell, que interpretou brilhantemente a  inesquecível Mammy.
"E o Vento Levou..." é um filme que mistura todos os ingredientes necessários para um grande clássico: têm atuações maravilhosas, fotografia de encher os olhos, trilha sonora memorável, figurino perfeito e, claro, roteiro magnífico. Não li o livro em nenhum momento, de modo que não posso comparar; mas acredito que nada faltou na adaptação. Tudo foi cuidadosamente explorado para o entendimento do espectador e nada ficou a desejar.  Eu fiquei maravilhada com a estrutura da Sacarlett em dar a volta por cima em diversos momentos; comovida pela opressão e devastação causadas pela guerra (onde, aproximadamente, 970 mil pessoas morreram); pela miséria que atingiu a cidade;  pela dor de Rhett, que amava sua filha desesperadamente...
Enfim, se você não assistou "E o Vento Levou..." ainda, reserve uma caixa de lenços e tire um dia da semana só para isso, pois o longa tem quatro horas de duração. 
Sem dúvidas, esse filme já ocupa o topo dos meus favoritos, superando até mesmo "Casablanca (1942)", que algum tempo atrás eu julgava ser melhor.

Abaixo, a quote (citação) mais memorável de todos os tempos:


"Frankly, my dear, I don't give a damn."
"Francamente, querida, eu não ligo a mínima."


Fonte: Cinema e Literatura (Ana Leonilia) - Gostei muito do comentário - Este é com certeza MEU FILME PREFERIDO)

E o Vento Levou- 50 Melhores Frases de Filmes

Rhett Butler (Clark Gable) - E o vento levou (Gone with the Wind)



"Frankly, my dear, I don't give a damn."
"Francamente, querida, eu não ligo a mínima."

E o Vento Levou- 50 Melhores Frases de Filmes

Scarlett O'Hara (Viven Leigh) - E o vento levou (Gone with the Wind)


"As God is my witness, I'll never be hungry again!"
"Com Deus por testemunha, eu nunca mais passarei fome!"

Piratas do Caribe e a Maldição do Perola Negra - 50 Melhores Frases de Filmes

Capitão Jack Sparrow (Johnny Depp) - Piratas do Caribe e a Maldição do Perola Negra (Pirates of the Caribbean and the Curse of the Black Pearl)




"This is the day that you'll always remember as the day you almost caught Captain Jack Sparrow"
"Esse é o dia que vocês sempre lembrarão como o dia em que vocês quase pegaram o Capitão Jack Sparrow"
Em: 50 Melhores Frases de Filmes