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segunda-feira, 9 de julho de 2012

10 de Julho - Dia da Pizza


O Dia da Pizza
É comemorado em 10 de julho, desde 1985, em São Paulo. A data foi instituída pelo então secretário de turismo, Caio Luís de Carvalho, por ocasião de um concurso estadual que elegeria as 10 melhores receitas de mussarela e margherita. Empolgado com o sucesso do evento, ele escolheu a data de seu encerramento, 10 de julho, como data oficial de comemoração da redonda.

Pizza é uma preparação culinária que consiste em um disco de massa fermentada de farinha de trigo, regado com molho de tomates e coberto com ingredientes variados que normalmente incluem algum tipo de queijo, carnes preparadas ou defumadas e ervas, normalmente orégano ou manjericão, tudo assado em forno por um pizzaiolo.

História

A história da pizza começou com os egípcios. Acredita-se que eles foram os primeiros a misturar farinha com água. Outros afirmam que os pioneiros são os gregos, que faziam massas a base de farinha de trigo, arroz ou grão-de-bico e as assavam em tijolos quentes. A novidade foi parar na Etrúria, na Itália.
Ao contrário do conhecimento popular, apesar de tipicamente italiana, os babilônios, hebreus e egípcios já misturavam o trigo e amido e a água para assar em fornos rústicos há mais de 5000 anos. A massa era chamada de "pão de abraão", muito parecida com os pães árabes atuais, e recebia o nome de piscea.
Os fenícios, três séculos antes de Cristo, costumavam acrescentar coberturas de carne e cebola ao pão; os turcos muçulmanos adotavam esse costume durante a Idade Média e por causa das cruzadas essa prática chegou à Itália pelo porto de Nápoles, sendo em seguida incrementada dando origem à pizza que conhecemos hoje.
No início de sua existência, somente as ervas regionais e o azeite de oliva eram os ingredientes típicos da pizza, comuns no cotidiano da região. Os italianos foram os que acrescentaram o tomate, descoberto na América e levado a Europa pelos conquistadores espanhóis. Porém, nessa época a pizza ainda não tinha a sua forma característica, redonda, como a conhecemos hoje, mas sim dobrada ao meio, feito um sanduíche ou um calzone.
A pizza era um alimento de pessoas humildes do sul da Itália, quando, próximo do início do primeiro milênio, surge o termo "picea", na cidade de Nápoles, considerada o berço da pizza. "Picea", indicava um disco de massa assada com ingredientes por cima. Servida com ingredientes baratos, por ambulantes, a receita objetivava "matar a fome" principalmente da parte mais pobre da população. Normalmente a massa de pão recebia como sua cobertura toucinho, peixes fritos e queijo.
A fama da receita correu o mundo e fez surgir a primeira pizzaria que se tem notícia, a Port'Alba, ponto de encontro de artistas famosos da época, tais como Alexandre Dumas, que inclusive citou variações de pizzas em suas obras.
Chegou ao Brasil da mesma forma, por meio dos imigrantes italianos, e hoje pode ser encontrada facilmente na maioria das cidades brasileiras. Até os anos 1950, era muito mais comum ser encontrada em meio à colônia italiana, tornando-se logo em seguida parte da cultura deste país. A partir de 1985, comemora-se o dia da pizza aos 10 de julho.
Foi no Brás, bairro paulistano dos imigrantes italianos, que as primeiras pizzas começaram a ser comercializadas no Brasil. Segundo consta no livro Retalhos da Velha São Paulo, foi nos fornos do restaurante de Geraldo Sesso Jr., a Cantina Dom Carmenielo, que os apreciadores da culinária Italiana passaram a poder degustar a iguaria napolitana.
Aos poucos, a pizza foi-se disseminando pela cidade de São Paulo, sendo abertas novas cantinas. As pizzas foram ganhando coberturas cada vez mais diversificadas e até mesmo criativas. No princípio, seguindo a tradição italiana, as de muçarela e anchova eram as mais presentes, mas à medida que hortaliças e embutidos tornavam-se mais acessíveis no país, a criatividade dos brasileiros fez surgir as mais diversas pizzas.



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

9 de Julho - Revolução Constitucionalista de 1932

FERIADO NO ESTADO DE SÃO PAULO.


A Revolução Constitucionalista de 1932, Revolução de 1932 ou Guerra Paulista, foi o movimento armado ocorrido no Estado de São Paulo, Brasil, entre os meses de julho e outubro de 1932, que tinha por objetivo a derrubada do Governo Provisório de Getúlio Vargas e a promulgação de uma nova constituição para o Brasil.
Foi uma resposta paulista à Revolução de 1930, a qual acabou com a autonomia de que os estados gozavam durante a vigência da Constituição de 1891. A Revolução de 1930 impediu a posse do ex-presidente (atualmente denomina-se governador) do estado de São Paulo Júlio Prestes na presidência da República e derrubou do poder o presidente da república Washington Luís colocando fim à República Velha, invalidando a Constituição de 1891 e instaurando o Governo Provisório, chefiado pelo candidato derrotado das eleições de 1930, Getúlio Vargas.
Atualmente, o dia 9 de julho, que marca o início da Revolução de 1932, é a data cívica mais importante do estado de São Paulo e feriado estadual. Os paulistas consideram a Revolução de 1932 como sendo o maior movimento cívico de sua história.
A lei 2.430, de 20 de junho de 2011, inscreveu os nomes de Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo, o MMDC, heróis paulistas da Revolução Constitucionalista de 1932, no Livro dos Heróis da Pátria.
Foi a primeira grande revolta contra o governo de Getúlio Vargas e o último grande conflito armado ocorrido no Brasil.
No total, foram 87 dias de combates (de 9 de julho a 4 de outubro de 1932 - sendo o último dois dias depois da rendição paulista), com um saldo oficial de 934 mortos, embora estimativas, não oficiais, reportem até 2200 mortos, sendo que numerosas cidades do interior do estado de São Paulo sofreram danos devido aos combates.
São Paulo, depois da revolução de 32, voltou a ser governado por paulistas, e, dois anos depois, uma nova constituição foi promulgada, a Constituição de 1934.


Monumento ao Expedicionário em São José dos Campos.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

CENTRO DE SP COMO GRANDE CENÁRIO DA VIRADA CULTURAL

Virada Cultural e Turismo pelo Centro de São Paulo

Construções de diferentes estilos arquitetônicos podem ser apreciadas na região que deu início à história da cidade.

Pôr: Rafael Bergamaschi, iG São Paulo

Confira algumas sugestões dos arquitetos e preste atenção no grande cenário da Virada Cultural:



Edifício Altino Arantes (R. João Brícola, 24). 'Representa um avanço tecnológico que permitiu que as construções ficassem mais altas', diz Campari.. Foto: Getty Images


Catedral da Sé. 'É um dos únicos exemplares nesta proporção de um estilo eclético neogótico', diz Eunice Abascal . Foto: Flickr/alexanpaulo


Edifício Triângulo (R. José Bonifácio, 24). Realizada a partir de projeto de Oscar Niemeyer, construção ocupa pequeno lote em formato triangular. Foto: Flickr/Arte Fora do Museu


Pateo do Collegio (Pátio do Colégio, 2). 'A arqutetura colonial da construção está muito bem preservada', afirma Campari . Foto: Flickr/Rodrigo Soldon


Mosteiro de São Bento (Largo São Bento, s/nº). 'O mosteiro já foi creconstruído seis vezes. A estrutura eclética atual se inspira na arquitetura alemã', relata Eunice. Foto: Flickr/Diego3336


Theatro Municipal (Praça Ramos de Azevedo, s/n). 'Os estilos barroco e rococó e a grandeza imponente lembram construções europeias', diz Campari. Foto: Flickr/Ministerio da Cultura


Viaduto Santa Ifigênia. 'Foi inaugurado em 1913 e, desde então, a estrutura metálica trazida da Bélgica se mantém erguida', diz Eunice. Foto: Flickr/Luiz Guilherme


Centro Cultural Banco do Brasil (R. Álvares Penteado, 112). 'Foi reformulado recentemente, ficou superinterassante', diz Campari. Foto: Flickr/Peace_


Edifício Itália (Av. Ipiranga, 344). 'O formato de asa de avião é um exemplo de modernidade na cidade', explica Campari. Foto: Flickr/Andre Deak


Edifício Martinelli (R. Líbero Badaró, 504). 'É o primeiro arranha-céu paulistano. Muito importante na história da arquitetura', conta Campari. Foto: Flickr/Monicaewagner



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